A primeira lembrança que me assalta não é visual, mas olfativa. É aquele perfume denso de jasmim-manga (plumeria) misturado com a maresia salgada que nos atinge assim que as portas do aeroporto se abrem. Recordar o Havai é sentir, novamente, aquela humidade quente que abraça a pele, prometendo que os dias de pressa ficaram do outro lado do Pacífico.
Recordar o Havai é, de certa forma, estar lá novamente. Dizem que quem visita as ilhas deixa sempre um pedaço do coração nas areias vulcânicas. Eu sei que deixei o meu. E, enquanto não volto fisicamente, estas memórias servem de bússola para me lembrar de que a beleza e a paz ainda existem, guardadas algures no meio do oceano. Dicas para personalizar o rascunho: Recordando o Havai
Mais do que paisagens de postal, recordo a cadência da vida. O "Aloha" não é apenas um olá; é uma forma de estar. É o respeito pela terra ( ʻĀina ) e a paciência de quem sabe que a natureza é quem manda. Lembro-me da música dos ukeleles ao longe, do ritmo das ondas que dita o pulsar do dia e da gentileza genuína nos olhos de quem chama aquelas ilhas de casa. A primeira lembrança que me assalta não é
Inclua uma frase sobre um momento específico, como um mergulho ao nascer do sol ou uma caminhada difícil que valeu a pena pela vista. Recordar o Havai é, de certa forma, estar lá novamente
Que vai do turquesa raso das baías de tartarugas ao azul-marinho profundo onde as baleias saltam.
Do sol que não apenas brilha, mas doura a alma ao fim de cada tarde.